sexta-feira, março 07, 2008

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12 Comments:

At 1:55 da tarde, Anonymous sergio said...

Da muitas coisas que se pode falar sobre isso, uma delas é que esconder e mostrar fazem parte do mesmo jôgo de sedução: tesouros à vista são tentações, tesouros imaginados são desafios...

 
At 6:44 da tarde, Anonymous Osvaldo Lucas said...

Nops.
Trata-se de uma questão de engenharia. Obter o mesmo resultado - protecção - com recurso a menores consumos de matérias primas!

 
At 1:58 da tarde, Anonymous sergio said...

Mas é bom lembrar que o produto é cada vez mais anoréxico...

 
At 1:41 da tarde, Blogger Rita Inácio said...

Sérgio
Pensei que o fruto proibido era sempre o mais apetecido?!

Osvaldo
Uma questão de engenharia ou de economia?

 
At 3:02 da tarde, Anonymous Osvaldo Lucas said...

Economicamente seria aparentemente mais vantajoso o não usar a peça, mas nesse caso não estaríamos a contar com os custos escondidos:
p.e. custos médicos: (ataques de coração, ou com vítimas de acidentes diversos devido a distração, etc)

 
At 5:52 da tarde, Anonymous Osvaldo Lucas said...

E biba o aquecimento global,carago!
http://cavalheirosdoapocalipse.blogs.sapo.pt/5885.html

 
At 5:51 da tarde, Anonymous sergio said...

Ora Rita, o que é visível também pode ser proibido: a maçã já estava lá quando a serpente a ofereceu...
De qualquer modo, acho que a imaginação influi mais no desejo do que a proibição.

 
At 10:48 da tarde, Blogger Rita Inácio said...

Osvaldo
Economicamente só do lado de quem usa..., mas não usar não perde a piada?

Sérgio
A maçã já estava lá..., mas eles ainda não a tinham visto com os mesmos olhos,..., ou com olhos de serpente!
Imaginação? Só provoca mais desejo...

 
At 10:41 da tarde, Anonymous sergio said...

Mas é o que eu disse: não é o proibido, mas o imaginado... mas ok, o proibido tem lá seus atrativos...

 
At 9:48 da tarde, Blogger Rita Inácio said...

Então e Romeu e Julieta?

 
At 4:35 da tarde, Anonymous sergio said...

Aí a proibição veio depois...

 
At 9:48 da tarde, Blogger Rita Inácio said...

Então continua a preferir a imaginação à proibição?
E o que acha das paixões platónicas?

 

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